quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Lanche Cultural - Culinária também é arte!


Neste dia 17/08, os alunos do 2º ano vivenciaram uma aula especial: Lanche Cultural. Neste momento, foram apresentadas várias receitas com histórias curiosas e no final tivemos uma deliciosa degustação! Parabéns 2º ano!

domingo, 9 de agosto de 2009

Ser Professor...




Ser professor é ser fundamental, necessário!
É ser o diretor de um lindo espetáculo: em cena A APRENDIZAGEM.
Professor de verdade transpõe os livros e ensina a vida.
Ao iniciar o espetáculo, abre mão do papel principal, oferece-o ao aluno.
Isso porque conhece o processo e sabe exatamente o caminho do aplauso!
A cada ensaio, instiga, estimula, cria dúvidas e acredita!
Professor de verdade acredita sempre.
O papel de cada ator é passado e como numa teia, as cenas são entrelaçadas, um aprendendo com o outro, com o texto, com o cenário, com a platéia, enfim, com tudo!
O professor faz todo mundo se sentir parte do show!
Aprender passa a ser um ato prazeroso. Afinal, há uma finalidade para o que se aprende. E uma finalidade coerente.
No meio da construção sempre há lugar para o novo.
Professor de verdade, não teme a novidade.
Pelo contrário, além de diretor de espetáculo,
também pode ser chamado de pesquisador.
O que ele pesquisa? Tudo.
Pesquisa novas estratégias, novos pensadores,
pesquisa o contexto em que ele e seus alunos estão inseridos,
pesquisa cada aluno, pesquisa ele mesmo!
E se surge uma adversidade,
ele não desiste da busca pelo resultado.
Professor de verdade não terceiriza a responsabilidade.
Sabe exatamente qual é a sua missão.
Mesmo que em pleno século XXI, não seja valorizado e reconhecido como deveria.
Mesmo com a contradição entre o avanço tecnológico e os “passos de tartaruga” em que andam os investimentos em educação.
Professor de verdade, se mostra, mostra seus alunos, mostra seu resultado.
Abre as cortinas da vida e apresenta seu espetáculo!
Isso para a vergonha daqueles, que tendo o poder nas mãos, usam-no para agredir a educação, para impedir que espetáculos de aprendizagens sejam apresentados em rede, em todos os cantos do país!
Grandes professores, formam sua identidade não nas circunstâncias, mas na convicção de que ninguém pode roubar o que eles constroem.
Seu trabalho permanece, não tem prazo de validade e não tem limites.
Professor de verdade é simplesmente fundamental!

Autora: Professora Zilanda Souza

sábado, 25 de julho de 2009

NOVIDADE!!!!



ATENÇÃO EDUCADOR,


AGORA TEMOS UM PORTAL QUE OFERECE CURSOS VOLTADOS PARA O APERFEIÇOAMENTO DA NOSSA PRÁTICA PEDAGÓGICA. FIQUE LIGADO!










AGORA EM AGOSTO TEREMOS OS CURSOS:





- NOVAS ESTRATÉGIAS DIDÁTICAS (O USO DA TECNOLOGIA)


- EDUCANDO NO SÉCULO XXI


- O USO DA INFORMÁTICA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO



FAÇA PARTE DA CONSTRUÇÃO DESSE NOVO OLHAR SOBRE A EDUCAÇÃO!

domingo, 1 de março de 2009

DEVER DE CASA - 7º ANO - 02/03/09

Veja o vídeo com atenção e depois faça um comentário sobre a sua abordagem quanto ao progresso e o respeito pelo patrimônio cultural. Responda a pergunta inicial : TODO PROGRESSO É BEM -VINDO? JUSTIFIQUE SUA RESPOSTA. Utilize uma linguagem clara, afinal, seu comentário será avaliado. Bom vídeo a todos! Professora Zilanda

AMBIENTE FAMILIAR E A CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA (Zilanda Souza)


Quem nunca ouviu dizer: “Meu filho é muito dependente!” Ou então: “perdi o controle sobre meu filho!” É comum ver nas escolas os professores dentro dos processos de avaliação, registrarem comentários como: “demonstra insegurança” ou então: “dificuldade em cumprir regras e combinados”. Sim, esses são fatos muito comuns. Mas o que acarreta essa tão incidência entre esses dois extremos? Como podemos contribuir para a construção da autonomia em nossas crianças? Como encontrar o equilíbrio entre a dependência e a indisciplina e a falta de limites? Para refletir sobre esse assunto, é preciso compreender as fases pelas quais, a criança passa até chegar a autonomia.
Dentro de um processo evolutivo natural, a criança vivencia a Anomia, fase em que o bebê se mostra super dependente, as regras e limites só existem para o adulto que dele cuida. Em seguida, temos a Heteronomia, nessa fase, a criança já reconhece limites e regras, mas ainda depende do adulto, espera por ele. Por fim, temos a Autonomia, a fase tão almejada, onde o indivíduo tem a consciência das regras e limites propostos, reflete sobre elas e decide cumpri-las. O ser humano autônomo é aquele que se mostra seguro na tomada de decisões por que aprendeu a refletir sobre, antes de decidir.
Não é possível estudar o desenvolvimento dessas fases, sem considerar a sociedade em que se está inserido e o ambiente familiar em que se desenvolve. Pais e mães brasileiras, tiveram na fase da Heteronomia, o estímulo do medo e da ameaça. Aprenderam a depender desse tipo de pressão para aderir a um comando. Sem a reflexão, não sabiam de fato porque obedeciam. A falta dessa clareza, estimula a indisciplina e a quebra de regras e limites. Hoje, o autoritarismo já não domina tanto a técnica de educar. Vivenciamos um ambiente familiar onde as ações são negociadas. Porém, percebe-se que, ante a ausência do autoritarismo, não se definiu ainda uma proposta substituta. Isso é preocupante, pois, numa sociedade consumista, rápida em todos os sentidos, as negociações correm o risco de não serem monitoradas adequadamente e assim, não surtem o efeito proposto. A autoridade é sem dúvida, o fator necessário para substituir o autoritarismo do passado. Para se estabelecer autoridade, é preciso que, dentro do ambiente familiar haja o “olhar estruturante”. Este corresponde ao indivíduo que estrutura a vida da criança, coordena, acompanha, determina. Não se constrói autonomia, sem o reconhecimento desse olhar por parte da criança. Este é o passo fundamental. Tendo estabelecido esse vínculo, o caminho para a autonomia fica mais acessível. O próximo passo, é construir situações favoráveis para que a criança possa refletir e tomar decisões. Para cada situação, é preciso propor reflexão, questionamentos, identificar conseqüências e em seguida, deixar que a criança selecione a opção certa. Ao invés de dizer: você não vai! Questione: por que você quer ir? O que vai encontrar lá? Quais as perdas e ganhos dessa viagem? Conclua mostrando que ao decidir assumimos as consequências. A criança precisa sentir que seu responsável confia nela e no seu potencial de escolhas acertadas. Essa não é uma conquista fácil, pois, não se pode menosprezar o inimigo da sociedade atual: a falta de tempo, que milita contra a construção de indivíduos autônomos e saudáveis. Uma autoridade não se estabelece dentro de uma família com um sistema presencial frio que só cria sansões. Portanto, torna-se urgente, repensar as prioridades familiares. É preciso construir rotinas saudáveis e que em algum momento do dia, essas rotinas se cruzem para a reflexão e diálogo, para que hajam as trocas de experiências, afim de que se estabeleça vínculos de confiança. A super valorização do trabalho, do dinheiro, também militam contra o desenvolvimento da autonomia. Já se ouviu a frase: “O ter tem sido mais importante que o ser”, mas nos dias atuais e com os diagnósticos realizados dentro do ambiente escolar, já é possível afirmar: “o investimento excessivo no ter impede o indivíduo de ser de forma efetiva e autônoma”. Para cada investimento profissional faça também um investimento familiar! Mantenha o equilíbrio entre o ter e o ser. Construa uma identidade familiar favorável à autonomia. Só assim será possível garantir vôos saudáveis para os nossos pássaros queridos.